Afinal como saber se o que se fala nas redes sociais é confiável para a saúde?

Recentemente comemoraram-se os dias do nutricionista e o dia do educador

físico e por respeito a eles quero esclarecer algumas barbaridades que se cometem

na mídia contra essas duas categorias de profissionais da saúde.

A facilidade que tem pessoas, desempregadas e sem diploma da área da

saúde e afins, portanto sem nenhum conhecimento técnico, sem obrigação profissional

e sem seguir algum código de ética, opinarem formalmente principalmente para

atividades físicas e esportivas, nestes tempos de crescimento do interesse por

informações curtas e rápidas, fato esse que nos assusta!

Sérias denúncias que nos chegaram ultimamente, desde médicos, e outros

profissionais da saúde merecedores do nosso respeito e confiança, contra indivíduos

que se autodenominam de terapeutas e coachs, dando palpites absurdos com força

de verdades na pratica de esportes e exercícios físicos em geral.

As mais frequentes são os ditos novos tratamentos da obesidade com frutas

e vegetais milagrosos e o mais GRAVE exercícios de altas intensidades, milagrosos

nos resultados, pois atingem consumos de 2000 kcal ou 3000 kcal por hora em

programas com nomes especiais (vazios de alguma verdade) absurdos totais.

Outros exemplos dessas mentiras são os tais exercícios de energia quântica

(subpartículas mais diminutas do átomo), cuja demonstração de sua existência é

reservada exclusivamente aos sisudos professores de física nuclear. Técnicas ou

novas modalidades esportivas fazem parte do mercado para consumo de exercícios

físicos, mas ninguém que não seja Médico pode dizer se esta ou aquela nova

modalidade esportiva ou forma elevada de gasto energético para emagrecer, vai trazer

ou não riscos à saúde e se pode ser praticada por crianças e idosos.

Portanto novas formas de emagrecimento devem ter o aval da Medicina para

não levar a danos metabólicos de risco assim como as novas formas de esportes e

modalidades de exercícios devem ter a palavra técnica decisiva do profissional de

educação física e nunca de um curioso que foi bom atleta num esporte e decidiu na

crise virar professor, sem ter cursado faculdade da área.

Diversos famosos coachs esportivos sem diploma, continuam a aparecer como

ervas daninha, depois de ouvir falar ou gostar de praticar exercícios, o que evidente

não confere autoridade para ensinar educação física ou fisioterapia. Sem dúvida,

todos serão enquadrados em exercício ilegal de uma profissão sendo caso de polícia.

Praticar esportes ou atividades físicas regulares não pode ser algo perigoso ou

mal feito, não podemos dar chance a mentiras caras, como a visível perda de peso,

mas não fisiológica e a melhora estranha e perigosa da performance física, com as

promessas de vida longa e saudável.

Esportistas e pessoas interessadas na vida ativa saudável e emagrecimento é

convencida a procurar soluções na mídia aleatoriamente, o que é um risco à saúde. As

atividades físicas devem ser regulares, com avaliação médica prévia, alimentação

saudável e suplementada conveniente e profissionalmente, além da orientação de um

profissional de educação física ou fisioterapeuta. Os resultados corrigem a obesidade,

protegem lesões ortopédicas e diminuem riscos cardiológicos, e levando à vida longa

e saudável. Tratamentos por modulação hormonal e antienvelhecimento (anti aging)

são programas proibidos pelo CFM e sujeitos a cassação do diploma médico.


Nabil Ghorayeb

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