26 de abril, dia de Combate à Hipertensão Arterial.

Hipertensão Arterial é responsável, direta ou indiretamente, por metade das mortes por doenças cardiovasculares, cerca de 200 mil óbitos todos os anos. E isso faz com que a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP faça uma importante alerta, principalmente neste momento da pandemia do COVID-19 porque os portadores dessa doença crônica, são considerados de maior risco de complicação graves até a morte, se ocorrer o contágio.


A hipertensão é um dos principais fatores de risco para as doenças do coração segundo a SOCESP, 36 milhões de adultos brasileiros têm pressão alta e entre os idosos a hipertensão atinge 60% deles. Se não for tratada continuamente se associa a eventos como morte súbita, acidente vascular cerebral (derrame), infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca, doença arterial periférica e doença renal crônica.


Nas últimas três décadas, houve uma diminuição da incidência da hipertensão no Brasil de 36,1% para 31% da população adulta, conforme uma meta-análise contemplando 40 estudos científicos nacionais e publicados na 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. As medidas fundamentais para o seu controle eficaz começam na alimentação com um consumo mínimo do sal de cozinha de até 04 a 05 gramas por dia (uma colher de chá), exercícios físicos leves a moderados e medicação sem interrupções.


Quero lembrar que boa parte dos alimentos consumidos no dia a dia são processados industrialmente, como as massas, temperos, frios em geral etc. e por isso contém níveis de sal bem acima do ideal recomendado pelos cardiologistas brasileiros, que tem procurado e discutido com as autoridades governamentais e por várias vezes com as indústrias alimentícias, para que sejam diminuídas as quantidades de sal utilizada nesses alimentos industrializados, para melhor e mais longa conservação.


Além do sal, os fatores de risco para hipertensão arterial são a idade, excesso de peso, ingestão de álcool, sedentarismo, fatores socioeconômicos e genéticos.


Temos lembrado em todos os nossos artigos, o terrível fator de risco do século passado e que se mantém até hoje o Sedentarismo e voltamos a deixar claro que exercícios físicos e esportes são extremamente benéficos para o melhor controle da hipertensão arterial. Não basta o médico dizer faça exercícios, mas ele deve ser mais enfático e escrever na receita a medicação como também a recomendação de fazer exercícios aeróbicos, fortalecimento muscular e treinamento de equilíbrio por 150 a 300 minutos por semana, distribuídos em 4 a 5 vezes por semana e logicamente após fazer a avaliação médica com exames complementares, desde o eletrocardiograma, exames de sangue e teste ergométrico. Quase metade dos hipertensos não apresentam sintomas que indiquem os níveis da pressão arterial e isto faz com que muitas pessoas não se preocupem em medir a pressão ao menos vez ou outra mesmo sem nada sentir.


Dr. Nabil GhorayebCardiologista e Especialista em Medicina do Esporte


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